Ponto de venda eventos: quando é preciso ter?

ponto de venda eventos foi, por muito tempo, o único meio de comercialização e consumo direto de produtos e serviços. Porém, graças aos avanços da tecnologia, novas possibilidades surgiram, modificando a experiência de compra dos consumidores.

As vantagens do e-commerce, incluindo a facilidade de acesso, redução de custos operacionais, métricas e poder de alcance, fizeram com que diversas áreas, incluindo a de eventos, adotassem a internet como o seu principal meio de vendas.

Hoje em dia, há inúmeros produtores de eventos que direcionam integralmente a sua estratégia de vendas de ingressos à internet. Assim como há também aqueles que não abrem mão da parceria entre o on-line e off-line, mantendo os pontos de venda ativos em seus planos.

Mas afinal, quando é preciso ter ponto de venda no meu evento?

A venda de ingressos para shows, teatros, exposições, feiras e outros tipos de eventos em PDVs é uma prática bastante comum. As entradas podem ser previamente disponibilizadas em pontos autorizados, como estabelecimentos parceiros ou em uma bilheteria oficial do evento.

Contudo, a comercialização física envolve uma série de obrigações previstas na legislação brasileira, que devem ser seguidas garantindo os direitos do consumidor, como a meia-entrada e a qualidade no serviço prestado. Portanto, para ter um ponto de venda eventos, é preciso prestar atenção nas normas.

Cabe ao organizador ou produtor do evento analisar o seu cenário e verificar se é preciso, ou não, manter um ponto de venda com ingressos.

Antes da decisão, levante o perfil de seu público-alvo e busque entender o seu comportamento de compra, levando em consideração pontos como: presença digital, uso de cartões de crédito, idade, entre outros.

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Caso a comercialização física se mantenha no planejamento de vendas, certifique-se de seguir algumas normas, evitando possíveis contratempos com o consumidor. São elas:

  • Disponibilidade de ingressos no PDV

    A disponibilidade de ingressos em pontos de venda pode, em alguns casos, não ser a mesma da internet. Ainda assim, é obrigatório que ao menos 20% dos ingressos colocados à venda sejam direcionados aos pontos físicos – caso o evento opte por esse tipo de comercialização.

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  • Distinção de valores para homens e mulheres

    De acordo com o Projeto de Lei 7914/17, fica proibida a cobrança diferenciada de ingressos que façam distinção entre homem e mulher. Os valores das entradas devem ser iguais para ambos os sexos.

  • Venda on-line para eventos com mais de 5 mil pagantes

    Você escolheu vender seus ingressos em pontos de venda, mas a estimativa de público ultrapassa o número de 5 mil pagantes? Fique atento, pois de acordo com a lei 7503/17, eventos com esse número de pessoas pagantes, ou mais, devem possuir um canal de compras pela internet. O produtor que não cumprir com a lei, está sujeito às sanções do Código de Defesa do Consumidor.

  • Preços equivalentes aos da internet

    Se a venda de ingressos para o seu evento acontecer em pontos de venda e na internet, os preços praticados em ambas as partes devem ser iguais. Fica proibida a prática de valores diferentes em cada canal de venda.

Dica Eventbrite: Você sabia que por meio do Eventbrite Spectrum é possível promover a integração com outras plataformas, mantendo o controle da receita dos pontos de venda juntamente com as vendas on-line?

Dessa forma, você terá ainda mais facilidade em organizar as informações e automatizar os processos de venda, ganhando tempo e mais qualidade nos serviços executados. Entre em contato conosco e saiba mais sobre nossas soluções!