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Eleições Municipais: As últimas fronteiras da Esquerda no Brasil

Sobre este evento

I ConBraCons – Agenda 2020

- Texto Base -

Eleições Municipais

As últimas fronteiras da Esquerda no Brasil

O povo quis ordem,

O povo quis progresso,

O povo quis Bolsonaro.

O Governo Bolsonaro venceu as eleições com amplo apoio popular e assumiu um Estado com uma administração totalmente aparelhada pela esquerda, tendo que governar e ao mesmo tempo substituir, na medida do possível, os esquerdistas por outros. O desafio era minimizar os efeitos das sabotagens promovidas pelos esquerdistas, difundidas pela grande mídia e encontrar pessoas confiáveis/capacitadas, sem parar o funcionamento da máquina pública no atendimento as demandas do povo.

Apesar deste cenário, o Governo tem alcançado resultados mais que surpreendentes para seu primeiro ano. As pautas governamentais seguem avançando com as reformas estruturais, sobretudo econômicas, necessárias para romper os 13 anos de atraso que a esquerda colocou o Brasil.

No Parlamento temos uma composição favorável para o avanço do país. Embora inicialmente, nossos parlamentares de primeiro mandato apresentassem as dificuldades naturais e previsíveis de aprendizagem da primeira viagem. Decorridos os nove meses iniciais, tendo em vista a facilidade e margem que foi aprovada PEC da Nova Previdência, a MP da Liberdade Econômica, podemos perceber que não existem grandes dificuldades no âmbito do legislativo.

O presidente da Câmara, Rodrigo Maia, vem cumprindo os acordos com o Planalto, pautando as reformas do governo e não colocando as pautas morais no primeiro biênio do mandato, favorecendo à estabilidade social do país.

Ela é um fator tão importante quanto a aprovação das reformas de modo que o país seja atrativo para os investimentos internacionais que irão alavancar nosso crescimento econômico.

“A importância das eleições municiais 2020 para o segundo biênio do Primeiro Governo Bolsonaro.”

Contudo todo esse cenário não basta. Para que as ações do governo federal cheguem ao povo é necessário termos municípios aliados, que recebam e apliquem os recursos federais com eficiência e honestidade.

Como já sabemos a esquerda é capaz de matar as pessoas de fome caso isso possa ser utilizado pela mídia como arma política contra o governo Bolsonaro.

O Cerco ao nordeste

Essa lição já foi ensinada a esquerda por seu maior estrategista, Stalin, no Cerco à Ucrânia. Conhecido como Holomodor (arma da fome), Stálin mandou fechar todo suprimento de comida e retirar o que era produzido na Ucrânia em um cerco que matou de fome milhões de pessoas. Este holocausto de fome deflagrado na Ucrânia agora será replicado ao nordeste por seus governadores. Eles montaram uma blindagem de boicote e sabotagem as ações do governo federal nos seus estados. Não se importarão em fazer o povo passar fome, desde que isso possa depois ser usado como arma política por eles e pela mídia contra Bolsonaro.

Por sorte o Brasil é uma Federação, logo existem, nos limites constitucionais, liberdades entre a União, os Estados e os Municípios. De tal forma o governo estadual pode bloquear, na sua esfera, a ação da União, mas os municípios têm poderes para atravessar essa barreira e recepcionar os recursos federais. Os municípios além dos garantidos recursos federais, devem buscar recursos internacionais para o desenvolvimento e melhoria da qualidade de vida de seu povo.

Nos dois primeiros anos o governo seguirá alavancado pela popularidade das urnas e por alguns ganhos das reformas. Mas essa alavancagem começará a cair naturalmente o que torna as eleições municipais de 2020 estratégicas para o segundo biênio de mandato do governo Bolsonaro e consequentemente para sua reeleição do em 2022.

É nos municípios que o povo vive.

É nos municípios que as pessoas vão a postos de saúde, escolas, tem iluminação, esgoto, água tratada, coleta de lixo, saneamento básico etc... Portos, ferrovias, rodovias, hidrelétricas, termoelétricas, aeroportos, investimentos em infraestrutura são importantes, contudo, eles não são pontos sensíveis diretos da população. É preciso criar canais capazes de fazer com que os recursos federais cheguem até o povo. Somente com a eleição de um número significativo de prefeitos e vereadores aliados, isso será possível.

A esquerda sabe de todo esse contexto, sabe que manter a sua base de municípios é fundamental para brecar o avanço do Brasil pelo Governo Bolsonaro e iniciar uma retomada pelo poder.

Dentro da antiga estratégia da Esquerda no Brasil o PT era o partido de propaganda e de disputa do poder Federal, o PSOL no Legislativo orquestrando o avanço das agendas internacionais de destruição moral do país, e o PC do B na esfera municipal.

O PT caiu, e nas palavras de uma de suas gurus e fundadoras Marilena Chauí: “o PT não é mais agente objetivo para disputa do poder”. Esse papel ainda está sendo disputado dentro na própria esquerda, que agora, como sempre fez, está se repensando ao mesmo tempo que suas correntes promovem uma disputa de poder interno para decidir quem será o agente mais adequado para substituir o PT.

A longo prazo o forte candidato é o PSOL. Ele tem maior aderência juvenil e carrega consigo as agendas internacionais. Assim, receberá apoio de governos esquerdistas, organismos e fundações internacionais: como a França de Macron, a Alemanhã de Angela Markel e da ONU.

Por meio de uma rede de Ongs, que hoje já levam em si as bandeiras das pautas identitárias (Gênero, LBGT, Movimento Negro da esquerda, Feminismo, Ambientalismo, direito sexuais das crianças e dos pedófilos entre outras) um grande volume de recursos das fundações internacionais abastecerão esse esquema.

O PSOL será o partido da esquerda mais agressivo, violento e que mais irá crescer nos próximos anos. Ele irá encabeçar e arrebanhar todas as angústias do #ELENÃO disseminadas na sociedade pela mídia na guerra assimétrica de informações e fakenews.

Contudo, com a eleição do eleição do Bolsonaro, o povo brasileiro demonstrou não estar tão afeito as propostas identitárias das agendas internacionais. O povo brasileiro não aderiu as pautas de ódio e divisão que a esquerda carrega. Em seu processo de autocrítica, a esquerda então percebeu que será necessário reduzir, e talvez até opor e mentir sobre essas pautas para poder fazer frente na próxima eleição presidencial. O candidato que hoje melhor se reveste dessa camuflagem, e as vezes até sob falsetes conservadores, é Ciro Gomes e o seu partido o PDT.

Ciro Gomes e o PDT, são sem dúvidas as maiores ameaças para às próximas eleições presidenciais. Ele consegue dialogar com todos os segmentos da sociedade – a esquerda e a direita, conservadores e libertinos – sempre em graus, ou expressões adequadas segundo a tolerância de cada um desses segmentos. Aparentando ser moderado e um pouco de tudo para todos. Além deste perfil “moderado”, Ciro Gomes conta com um plano de governo completo para o país e com alinhamentos internacionais, e este foi um ponto fraco da candidatura Bolsonaro.

As principais, se não as únicas, forças motrizes da humanidade são os anseios e angústias dos jovens e das mulheres. Aqueles partidos cujas bandeiras se alinharem a essas forças terão o poder. Lembrando que essas angústias e anseios, apesar de terem suas raízes em terras conservadoras, seus galhos podem ser levados, modelados ou induzidos à esquerda ou à direita.

Assim cientes então que:

1. O Governo Bolsonaro possui o controle na esfera federal e avança na velocidade permitida.

2. A oposição não tem votos para aprovar nem moção de aplauso no congresso.

3. Os índices de aprovação do governo no primeiro biênio se sustentarão pela popularidade, mas no segundo biênio deverão ser sustentadas por ações concretas nos municípios, em especial nos interiores e Nordeste.

4. Que nos municípios residem muitas prefeituras tomadas pela Esquerda.

5. O avanço do desenvolvimento do Brasil depende da conquista do maior número possível desses municípios por prefeitos e vereadores.

O I Congresso Brasileiro de Conservadores – ConBraCons – tem por objetivo congregar interessados candidatos a prefeitos, vereadores e seus assessores para discutirmos e nos capacitarmos com estratégias e técnicas de disputa eleitoral na esfera municipal.

O I Congresso Brasileiro de Conservadores – ConBraCons – tem por objetivo congregar interessados candidatos a prefeitos, vereadores e seus assessores para discutirmos e nos capacitarmos com estratégias e técnicas de disputa eleitoral na esfera municipal.

Temáticas do I ConBraCons:

1. Dia 15 de Novembro:

  • Abertura:
  • Análise de Conjuntura
  • Estrutura de uma campanha

2. Dia 16 de Novembro:

  • Alterações da lei Eleitoral para 2020: o que pode e o que não pode?
  • Como ler minha cidade, suas estatísticas e sua política:
  • Definindo Estratégias de Campanha, Táticas e Técnicas de ação

3. Dia 17 de Novembro:

  • Como produzir uma Campanha
  • Técnicas de comunicação
  • Estratégias de Marketing Digital: Eleições 2.0
  • Encerramento

Obs: O evento não tem fins lucrativos e o todo o valor dos ingressos que não for utilizado nos custos do evento será doado para uma instituição de caridade.

Para mais informações:

secretaria@acons.org.br

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