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I Congresso da Sociobiodiversidade do Amapá e IX Seminário do PPBio

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Instituto de Pesquisas Científicas e Tecnológicas do Amapá

Feliciano Coelho 1509

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I CONGRESSO DE SOCIOBIODIVERSIDADE DAS UNIDADES DE CONSERVAÇÃO DO AMAPÁ

A proteção da biodiversidade exige cada vez mais ações coletivas no sentido de integrar grandes áreas. A criação de Corredores de Biodiversidade, que são estratégicos para que os objetivos de conservação das áreas protegidas sejam atingidos com grande impacto, é uma dessas ações. O Amapá, em 2007, criou o Corredor de Biodiversidade do Amapá. Para ampliar essa iniciativa, o Governo do Amapá lançou em 2016 a ideia de ampliação do Corredor de Biodiversidade do Amapá, incorporando áreas protegidas da Guiana Francesa, do Suriname e do Pará, chamado de Bloco de Conservação do Platô das Guianas, ultrapassando as fronteiras políticas para a conservação, tendo, através de diálogos regionais e troca de experiências, a possibilidade de manter a conservação da biodiversidade nessa região. Além dos Corredores de Biodiversidade, outras ações tem sido implementadas como forma de integrar grandes áreas, como os mosaicos de área protegidas. Dentre os quais, temos o Mosaico de Áreas Protegidas da Amazônia Oriental. Fruto de projeto executado entre 2007 e 2010 pelo Iepé, com financiamento do Fundo Nacional do Meio Ambiente (FNMA) e a colaboração de diversas instituições parceiras (federais, estaduais e municipais), atuantes no Amapá e norte do Pará. Em 2011 foi instituído o Conselho Consultivo Piloto do Mosaico. Ele foi o 14º Mosaico reconhecido pelo MMA (em 03/01/2013), porém, foi o primeiro Mosaico brasileiro a incluir Terras Indígenas em sua composição. Está totalmente inserido em região com diversas áreas consideradas de alta prioridade para a conservação da biodiversidade. O Mosaico é composto por seis Unidades de Conservação (sendo duas federais, duas estaduais do Amapá e duas municipais do Amapá) e três Terras Indígenas (uma no Pará, uma no Amapá e uma pertencente a esses dois estados), totalizando mais de 12,3 milhões de hectares. O Corredor de Biodiversidade do Amapá, assim como o Bloco de Conservação do Platô das Guianas e o Mosaico de Áreas Protegidas da Amazônia Oriental colaboram para disponibilização de diversos serviços ecossistêmicos, principalmente a conservação da biodiversidade e a mitigação das mudanças climáticas. Entretanto, além da implementação de corredores e mosaicos, é necessário superar os desafios inerentes à Amazônia e possibilitar um desenvolvimento que valorize os ativos gerados por essas políticas, possibilitando um enorme potencial econômico para a região e, principalmente, para o estado do Amapá.

IX SEMINÁRIO DO PPBIO – PESQUISAS E CONSERVAÇÃO EM AMBIENTES PROTEGIDOS: AS LACUNAS DE CONHECIMENTO NAS UNIDADES DE CONSERVAÇÃO E ESTUÁRIO AMAZÔNICO

Cada vez mais a sociedade é protagonista das ações de conservação. O PPBIO Amazônia Oriental é uma rede de pesquisa em Biodiversidade que engloba os estados do Pará, Amapá, Maranhão, Tocantins e Mato Grosso. O programa com 13 anos de existência tem como objetivo produzir organizar e difundir conhecimento sobre a biodiversidade Amazônica para enfrentar os desafios relacionados com a preservação da natureza e o desenvolvimento humano na Amazônia. Apesar de todo o conhecimento acumulado nos últimos 13 anos pela rede, nosso conhecimento sobre o a biodiversidade amazônica ainda é incipiente para muitas áreas, como áreas de difícil acesso. Isso é uma realidade para as UCs da Calha Norte, terras indígenas e UC´s de uso sustentável de um modo geral. Todas estas áreas precisam ser tanto estudadas quanto monitoradas. Além disso, temos que voltar atenção especial ao ecossistema nacional mais desconhecido e o maior estuário do mundo. Esses desafios devem ser enfrentados para assegurar às gerações futuras um modelo de exploração sustentável e que atenda não somente às necessidades da nação, mas que assegure aos povos nativos o direito a sobrevivência. A nona edição do Seminário do PPBio Amazônia Oriental, cujo tema é “A pesquisa em Unidades de Conservação”, pretende fortalecer esta agenda conjunta com os órgãos ambientais estaduais e o ICMBio. Além disso, avançará na discussão sobre a restruturação do PPBio em nível nacional, uma medida necessária para adequar o programa frente às metas estipuladas pelo Protocolo de Aichi. A rede de pesquisa do PPBio Amazônia Oriental, em consonância com as metas de Aichi, pretende integrar cada vez mais suas atividades ao setor ambiental. Esta ousada proposição é necessária para fortalecer as iniciativas de conservação e monitoramento nas Unidades de Conservação nos estados atendidos pela rede. Na oportunidade será apesentada a comunidade cientifica e a sociedade amapaense os resultados parciais do projeto de pesquisa da biodiversidade do Amapá, desenvolvido no âmbito do PPBIO em acordo de cooperação entre o IEPA e Museu Goeldi.

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