Oficina de Literatura de Cordel "Da Rima ao Verso" (12ª Edição)
Como funciona
Os encantos da literatura de cordel em apenas quatro encontros práticos! Ao final, os cursandos terão produzidos um cordel coletivo.
A Oficina de Literatura de Cordel "Da Rima ao Verso" , facilitada pelo cordelista Samuel de Monteiro, dará a oportunidade aos cursandos de conhecerem a História da Literatura de Cordel, bem como suas características, técnicas e estilos.
Dividida em em quatro módulos, ao vivo, sempre às quintas-feiras (entre 19h e 21h) e com bastante interação tem a seguinte programação :
22/01/2026 - Módulo 1: Teoria: História, características, noções de rima, métrica e roteiro - Prática: Definindo um tema e treinando as primeiras estrofes - Apresentação: Declamação de cordel, por Samuel de Monteiro
29/01/2026 - Módulo 2: Teoria: Tipos e padrões de rimas, metrificação de versos e a importância de um roteiro pré-definido - Prática: Dando corpo a um cordel coletivo - Apresentação: Declamação de cordel, por Samuel de Monteiro
05/02/2026 - Módulo 3: Teoria: Estilos de cordéis, particularidade dos temas, a importância da declamação e da xilogravura - Prática: Continuação do do cordel coletivo - Apresentação: Declamação de cordel, por Samuel de Monteiro
12/02/2026 - Módulo 4: Teoria: Por onde eu começo um cordel?- Prática: Apresentação do cordel coletivo e apresentações de trabalhos individuais - Apresentação: Declamação de cordel, por Samuel de Monteiro
Sobre o cordelista:
Samuel de Monteiro, onde “Monteiro” não é sobrenome é local de nascimento, veio a este mundo e foi registrado como Samuel Ferreira Quintans, nascido em 16 de maio de 1970, no Sítio Angiquinho, em Monteiro, no Cariri Ocidental Paraibano.
Filho de artista e figurinista, Creusa Quintans e do poeta, mestre repentista Asa Branca do Ceará, de quem herdou o gosto e o dom pela poesia, rima e métrica. Também é neto de uma poetisa e de um repentista, por parte do velho Asa Branca. Do lado da mãe, teve no avô, o bom exemplo de contador de histórias e causos.
Rimar aprendeu, desde cedo, nas brincadeiras e desafios com o velho “Asa Branca”. Os primeiros versos surgiram na escola, em comemoração pelo Dia do Índio, em abril de 1981, ou seja, quando tinha apenas 11 anos. As primeiras poesias mais elaboradas e sonetos foram escritos a partir dos 13 anos. É desta época o Soneto Exceção - que retratava uma postura mais rebelde com a própria poesia - com o qual participou de alguns prêmios, em concursos literários.
Suas principais fontes de inspiração são as paisagens sertanejas, a cultura popular e o cotidiano. O cordelista conta com mais de 200 cordéis escritos e também mantem um canal no YouTube, denominado “Cadeira Poética”.
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Organizado por
Samuel de Monteiro
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