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Estúdio de Excelência

/ amigos, educadores, comunicadores, treinadores... Eles eram (meio maluquinhos, confesso!) apaixonados pela arte de encantar pessoas. Acreditavam na força de uma história bem contada, no poder de uma dinâmica bem aplicada e, sobretudo, em grupos seguindo na mesma direção, tendo boas ideias e livres pra criar (cocriar, recriar...)

/ com seus currículos recheados de belas histórias (os caras são bons, viu?), começaram a pensar em como juntar a experiência com treinamentos de mídia de um com a mágica do storytelling do outro

/ até que um dia...

/ pããn... dãããã!!!!! (leia com som, pra ficar legal, tá?)

/ descobriram o que faz os seus corações baterem mais forte

/ as histórias

 

 

As histórias são capazes de criar empatia, nos transportar para o mundo do outro. Estimulamfoco, motivação, memória, generosidade, confiança e vínculo. 

E essa mágica acontece em qualquer área de atuação! Em qualquer espaço! A qualquer hora!

 

 

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Flávia Travaglini

/ jornalista por paixão

/ media trainer por opção

A Flávia é daquelas criaturas que falam pelos cotovelos (sim, até os cotovelos dela falam). Daquelas que fazem amizade com o porteiro, a tiazinha da limpeza e com todos os CEOs das empresas pelas quais passou.

Decidiu ser jornalista aos 14 anos. Ela escrevia cartinhas para as figuras públicas que gostava (é amigos, não tinha e-mail na época... melhor deixar isso pra lá). E um dia o jornalista Juca Kfouri, na época na TV Cultura, não só se deu ao trabalho de responder a uma de suas (muitas!) cartinhas, como ousou dizer que a menina escrevia bem! Pronto! Ninguém nunca mais segurou a língua e os dedos no teclado (computador já tinha, tá? Que isso fique bem claro!)

O sonho era trabalhar na TV, contar histórias, como faziam tantos dos seus ídolos. Mas, a vida foi caminhando pelo universo corporativo. Tudo foi dando certo. As histórias foram tendo finais felizes. Se especializou em Gerenciamento Empresarial e Comunicação Corporativa. Conheceu uma tal de Programação Neurolinguística (PNL). E também foi estudar isso aí a fundo!

Chegou à universidade (eu sei que já disse que já se formou... agora, como professora!). Sim, aos 28 anos aquela menina que escrevia cartinhas pro Telê Santana e mais um monte de gente virou professora universitária.

Mas, sua grande paixão mesmo sempre foram as histórias que o jornalismo te dava possibilidade de contar! A essa altura, ela já estava se especializando num tal de Media Training. Outra coisa com nome complicado (e que ela adora), que serve pra treinar aquela galera que tem que encarar o jornalista e não leva tanto jeito assim! Foi nessa brincadeira que ela treinou pessoas bem importantes, de empresas igualmente importantes... talvez você conheça algumas delas... P&G, P&G Olympics (Rio 2016), Samsung, Jaguar Land Rover, Seara (JBS), Pfizer, Mary Kay, Owens-Illinois, Riot Games, Sonae Sierra Brasil (shoppings), Sanofi Pasteur, MSD, Bemis, Tupperware, Abimip, Genzyme, Medtronic, Arno, Ajinomoto, Evonik, Capgemini, Kärcher, Lilly, Masisa, Promedon, Ifood, e mais algumas que ela nem se lembra mais...

Pera... não vai embora, não! Já estou acabando. Falta dizer o mais importante! Ela precisou passar por tudo isso aí que você leu até agora para poder dizer que hoje ela é feliz! Sim! Hoje a Flávia é realizada profissionalmente, contando histórias (é amigos, tá falando mais que nunca!), treinando pessoas, fazendo amigos! Ah, e por falar em amigos, foi graças a eles, que ela chegou até aqui: Maurício Duran e Monica Dalpoz! Meus amigos! Muito obrigada!

Lê aí o que cada um já fez da vida até chegar aqui... e sobre a nossa amizade, a gente te conta em algum encontro pessoalmente, ok?

 

 

 

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Maurício Duran

/ contador de histórias

/ apaixonado por aprendizagem criativa

 

Apaixonado por natação e futebol, Maurício era daqueles garotos do interior de São Paulo que queriam fazer de tuuudo, menos escrever!

Sua letra era horrível. E seu pior castigo nas escolas de Ribeirão Preto onde passou a infância, eram os cadernos de caligrafia. Até que uma professora incrível, dessas que a gente precisava multiplicar por aí, dona Fátima Chaguri, teve a brilhante ideia de pedir pro menino escrever histórias... Nos malditos cadernos de caligrafia? Claro que não! Onde a imaginação do moleque mandasse.

Incrédulo, o menino perguntava... “posso escrever qualquer coisa?” E a sabedoria dela respondia: “Quem disse que você não pode?”

Mal sabia ele que ela estava plantando ali as sementinhas da criatividade!!! (hoje eu diria que ela estava criando um monstro, mas ok, sejamos fofos)

Bom, o tempo passou... outras professoras malvadas vieram no lugar da querida dona Fátima, outros tantos cadernos de caligrafia foram preenchidos e as histórias foram ficando de lado. Era a hora do vestibular. E o sonho? Educação Física na Unicamp. Sim, só servia a Unicamp.

Mas, e as histórias, a dona Fátima, a letra horrível?

A dona Fátima eu não sei... a letra horrível continua... mas, a essa altura já tínhamos computador! (Bom, vamos acelerar um pouco a história porque o cara vai ficando velho e não cabe tudo numa página, sabe...)

Na Unicamp, o Maurício começou a se envolver em tudo e mais um pouco. Um desses projetos foi um tal de Ensinando a nadar na UNICAMP – que ensinava a natação através de jogos e brincadeiras. Sim, o cara foi ensinar natação através da contação de histórias. Em 1999 (quase ontem...), ele entrou para o mestrado em Ciências do Esporte também na UNICAMP. E... lembra que ele tinha dificuldades com redação? Pois é... foi convidado pra participar como co-autor de dois livros: Pedagogia dos Esporte e Lúdico, educação e educação física.

Viu, dona Fátima! Falei que a senhora estava criando um monstro!? Mas o “pior” está por vir...

A sua dissertação de mestrado dele foi escrita em forma de história! E começa, sim, com “Era uma vez...”. Essa história originou outros dois livros: Natação Animal e Aprendendo a nadar em Ludicidade.

E como ele sempre foi muito inquieto, foi buscar outros sonhos. Foi professor universitário (de algumas importantes instituições como FMU, Universidade Metodista, IMES São Caetano, Faculdade de Vinhedo, UNIFIEO, Metrocamp, Gama Filho). Fez MBA em Gestão Empresarial na FGV. Abriu (e fechou) duas academias.

Mas, Mauricio sentia que precisava se desenvolver ainda mais. Foi estudar Programação Neurolinguística (PNL). Se aprofundou no assunto. Fez algumas formações em Coaching. Começou a ter mais clareza no seu propósito de vida.

E depois de todo esse caminho, seu propósito é muito claro: ensinar, potencializar, ajudar as pessoas a realizarem seus sonhos, utilizando todo seu conhecimento e criatividade. Para isso, o menino inquieto, foi estudar ainda Design Thinking, Service Design, Empreendedorismo e, principalmente, Criatividade e Storytelling.

E como criatividade é “fazer o novo ao reordenar o que já existe”, ele começou a reordenar os seus próprios conhecimentos.

Até que um dia, em um workshop de Storytelling, ele apresentou sua história. E contagiou, motivou e alegrou as pessoas que estavam assistindo. BINGO!!!! Era esse o caminho!!!

E hoje, ele pode dizer que contar histórias é sua grande paixão. E ensinar é sua missão.

Ahh! E ele continua inquieto. E novas histórias vem por aí!

 

 

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